Madrugada, aproximadamente três horas, sentado em uma pedra esta Afonsus. Dos seus olhos escorrem lágrimas, lágrimas que lavam a alma, e na boca um sorriso sádico. Seus cabelos pretos começam a pesar, com a água que cai do céu. Em pouco tempo começa uma tempestade, seu corpo repleto de sangue começa a ser lavado. Depois de algum tempo, a o lado de Afonsus, aparece uma uma linda mulher. Com um longo vestido negro, cabelos castanhos e olhos azuis. Era Lúcia.
_ Fez o combinado Afonsus?
_ E então liberte a minha alma, sua bruxa maldita!
_ Não Afonsus, ainda não.
_ Por que não? Se exaltou Afonsus.
_ Simples, você não fez todo o combinado. Eu disse que não queria que você matasse crianças. Se lembra disso Afonsus?
_ Desde quando você se importa, com crianças?
_ Eu não me importo. Eu só disse que não queria.
Neste momento, Afonsus se levanta e pega a sua espada, que estava a o seu lado. E avança para cima de Lúcia. Ele finca a espada no meio da barriga de Lúcia, que olha pra ele com desprezo e um sorriso sádico.
_ Quem te disse que possível, matar Lúcia a rainha das trevas? Você se esqueceu que eu sou uma vampira?
Lúcia encosta a sua mão esquerda no peito de Afonsus. E ele sente sua energia sendo sugada. Afonsus cai de joelhos e tira a espada da barriga de Lúcia. Um trovão varre o céu, e em um piscar de olhos a bela Lucia não esta mais ali. Apenas sua voz, ecoa nos pensamentos de Afonsus.
_ Vamos meu pequenino, procure um lugar para descansar e espere a sua próxima missão.
Afonsus, se levanta, olha para traz e vê o mosteiro que acabara de destruir. Sem muito pensar, corre para dentro da floresta, em busca de algum lugar para passar o resto da noite.
Não muito longe dali, para ser mais exato na entrada do mosteiro. Montado em seu cavalo, vem um homem de cabelos longos e brancos, com um sobre-tudo negro, no seu ombro esquerdo um corvo. Seu rosto é bem pálido e sério. Seu nome é Lord Baltazar, conhecido como o caçador de demônios.
Quando ele chega na porta do mosteiro, um monge aparece e o recebe.
_ Lord Baltazar, que bom que o senhor veio, um homem nos atacou, ele sorria enquanto nos matava, e tinha uma presença maligna e a o mesmo tempo doce.
_ Lúcia!
_ Quem? Disse o monge.
_ Nada, apenas me mostre o local do atentado.
_ Sim Senhor.
Ambos entram, no mosteiro...
Continua.
Ê que quando o trem começa a fica bom acaba!
ResponderExcluiruhsadihsaudhasiudhasiuhdsauih''
Parabéns pela história. Começa de um jeito lugrube e termina com misterios e curiosidades.
ResponderExcluirTodos os humanos gostam de ter medo de vez em quando, e ao escrever proporcionar isso, é algo extremamente difícil.
Mas você consegue, eu sei que consegue.
Abraços e bom trabalho Sr.
Obrigado Por comentarem.
ResponderExcluirhum..vampiras...
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